Um milhão de vezes


Amadas amigas, que dia lindo, domingo repleto de gratidão.

É dia do amor, é dia de carinho, dia de alegria, é dia das mães!

Mãe, uma tão bela palavra, por si só já é poesia. Palavra que acalma, palavra que cura, palavra que clareira, palavra que alimenta, palavra que apoia, palavra que nos abraça, amor que sustenta.

Palavra que descreve o grande mistério da mulher: gerar vida.

Palavra que traduz a força da mulher: o amor incondicional.

Mãe, portal da vida, fonte de amor, ciclo do tempo, início de uma história, generosidade viva, natureza presente, incomensurável graciosidade da vida.

E hoje eu peço licença para falar de uma mãe que eu admiro, e através dela reverenciar tantas outras. Uma senhora que diante da sua imensa simplicidade vem me mostrando o que é ser mulher. Uma mãe que sempre acolhe os filhos que trouxe ao mundo e tantos outros que a vida apresentou. Eu sempre digo que sou uma pessoa abençoada, pois eu já nasci da Vitória. Sim, minha amada mãe traz em seu nome a força que ela é. Uma mulher simples, de uma família de 10 filhos que desde muito jovem precisou trabalhar para ajudar no sustento da casa. Casou-se aos 20 anos e aos 22 tornou-se mãe, e que mãe minhas amigas. Batalhadora, mesmo diante das adversidades da vida não mediu esforços para me dar o que de melhor ela poderia ofertar. Me proporcionou uma infância tão doce e, mesmo que com pouco estudo, ainda é a minha mais sábia professora.


Dona Vitória é uma mãe de verdade, assim como essas belas mães que estão percorrendo as linhas desta singela homenagem. Minha mãe é assim, dessas que dá amor e chama a atenção quando necessário, faz o melhor almoço do mundo, mas ai de mim se eu não lavar a louça. Quantas vezes me mandou arrumar o quarto e sem vontade alguma fui fazer, quiçá soubesse que aquele seria um dos grandes ensinamentos da minha vida. Minha mãe está pronta sempre que eu preciso dela, mas algumas vezes ela quer me contar a mesma história, e eu escuto, pois quantas vezes ela não fez o mesmo por mim, não é mesmo?


Hoje, os seus cabelos brancos que me encantam o olhar e seu sorriso sincero é fonte de poesia, com uma das vozes mais doces que conheço embala até os dias de hoje os meus sonhos, pois assim como ela, eu quero ser vitoriosa. Sei que essa riqueza em minha vida é o que de mais próximo eu recebo do amor divinal, incondicional, verdadeiro e belo.


À senhora, minha amada mãe, rendo toda minha gratidão pela vida, por todo seu amor, por cuidar de mim, por me ensinar a pentear os cabelos, por me alimentar, por segurar minhas mãos para que eu pudesse dar os primeiros passos. Sou grata a ti por ter me carregado no seu ventre por nove meses, por me carregar nos seus braços, e por continuar me inspirando na vida. Amo-te com o mais sincero amor e o que de há de mais belo dentro de mim é fruto da sua árvore.

Através da “Dona Vitória”, reverencio tantas mães de garra e força, com histórias lindas e que fazem a diferença na vida dos seus filhos e são mulheres que também me inspiram. E a canção de hoje fala da mãe de verdade, que não mede esforços, que não se limita, a mãe que incentiva, a mãe que apoia, a mãe que faz o que é necessário para ver seus filhos felizes.

A canção de hoje (que posso chamar de obra prima) fala por si dessa grandeza que é ser mãe, através do olhar de um filho.

Desejo que essa música toque os corações, assim como tocou o meu.

Desejo às mães que se sintam abraçadas e amadas da maneira como merecem. Desejo que nossa Mãe Maior abençoe as senhoras nessa missão tão sublime que é ser mãe.

Feliz dia das mães.

Um milhão de vezes – Rafinha.






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